09 setembro 2010

Recolha de assinaturas e sessão de esclarecimentos.

O MPN irá realizar no sábado dia 11 do corrente mês, uma acção de recolha de assinaturas na cidade do Porto. Convidamos todos os membros do MPN a estar presentes na praça Dr.Francisco Sá Carneiro, também conhecida por Praça Velásquez pelas 19.30h, junto ao café Velasquez, para assinar ou colaborar.


O Norte e o MPN agradecem.


Imagens do local:

21 comentários:

  1. Não é possível assinar "on-line"?
    Um abraço.

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  2. On-line não é possivel, visto necessitarmos da assinatura efectuada pelos próprios.

    Apareça, são só 2 minutos do seu tempo.

    Um abraço, e conto com a sua presença.

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  3. Vamos lá a ver uma coisa: não há nenhuma (não creio que haja) nenhuma conspiração do Sul - ou de Lisboa - contra o Norte).
    É um facto objectivo que o Norte tem vindo a ser prejudicado na política nacional de investimentos e de distribuição de dinheiros comunitários, os quais(com o aval de Bruxelas) têm até sido desviados das regiões onde deviam ser aplicados para Lisboa.
    Simplesmente, isto não acontece por uma especial maldade dos governantes ou dos lisboetas. É uma perversão do sistema democrático. O dinheiro é gasto em Lisboa, porque é em Lisboa que estão os votos. E se o dinheiro é gasto em Lisboa, quem o quiser ganhar tem que ir para Lisboa e, logo, Lisboa fica ainda com mais eleitores, impondo a quem pretenda ganhar eleições que gaste mais dinheiro em Lisboa.
    Ora, neste quadro, ainda não percebi o que pretende o futuro Partido do Norte.
    Concorrer a eleições?
    E como pretende ganhar votos, se os votos estão em Lisboa, contra quem concorre?
    Protestar, apenas?
    E o que valem, numa democracia, os protestos sem a força dos votos? Não passam de meras lamúrias, iguais àquelas em que o Porto se especializou nos últimos vinte ou trinta anos.
    A questão é que o Porto tem que deixar de se lamuriar e passar a valer por si. E para isso tem que fazer valer os seus valores burgueses de sempre e que constituem a essência da sua alma. Para isso, tem que deixar de se comparar a Lisboa (uma capital de serviços, como todas as capitais) e exigir ser uma Lisboazinha (com um oceanariozinho, porque Lisboa tem um oceanário, por exemplo) e evoluir para uma autêntica segunda cidade do Norte da Europa, com a sua identidade própria.
    Temos (agora que a "Vista Alegre" está moribunda) a única marca de grande prestígio portuguesa que o mundo conhece: o vinho do Porto. Temos uma das melhores escolas de arquitectura (senão a melhor) do mundo. Se aproveitarmos a embalagem do museu de Serralves e da Casa da Música e gastarmos umas centenas de milhões de euros em obras de arquitectos de referência, tornar-nos-emos a capital europeia da arquitectura, e um ponto de passagem obrigatório para qualquer europeu culto, como Barcelona o é, depois de Gaudi. Podemos estar para a arquitectura, como Salzburgo ou Bayreuth estão para a música.
    Agora se preferirmos continuar a lamuriar-nos e a choramingar contra Lisboa...

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  4. Eu estive presente na Velasquez dando o meu apoio. O jogo do Porto ajudou e gente boa e mentalmente desempoeirada colaborou com a sua assinatura. Gostei de perceber que novos e mais experientes aderiram com facilidade... Até dia 18!

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    Abraços e continuação de excelente trabalho!

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  6. Sim, senhor, a avaliar pelos comentários, o Partido do Norte parece constituir-se cada vez mais como uma claque adicional do futebol Clube do Porto. É o que dá andar a recolher assinaturas na Praça Velasquez (rectius, Sá Carneiro) em dia de jogo grande. Futebol e política: continuem assim que vão longe.

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  7. A Funes, o memorioso,

    1 – o senhor conforma-se com a Lisboa despesista e ladra (a classificação é minha, uso-a quando me refiro à associação de políticos e banqueiros) e acha que devemos migrar para lá, se quisermos ter uma vida melhor. Ora, contrariar a plutocracia lisboeta no esbulho dos recursos nacionais, que não pertencem apenas a uma região, é motivo suficiente para a existência de um novo partido político.

    Mais, a justificação para a existência do Partido do Norte é dada por si mesmo quando pergunta: “E o que valem, numa democracia, os protestos sem a força dos votos?”. É exactamente isso. O poder político não liga pevide a organizações cívicas. Logo, se o norte quiser ser ouvido deverá ter uma representação parlamentar que represente, de facto, toda uma população que há muito deixou de ser representada pelos políticos carreiristas dos partidos do poder.
    Dou-lhe um exemplo, só um mas que é significativo. Um parlamentar de 27 aninhos, eleito pelo norte que, com a cunha do pai, integrou as listas do PSD – nos outros partidos é igual. Trata-se do filho de Luís Filipe Meneses. Já ouviu falar de tal representante do norte? Está na AR, em silêncio, a tratar da vidinha, pois claro. Devemos conformar-nos? Eu respondo não.

    2 – os votos não estão só em Lisboa, como diz, no norte do país ainda há mais de 3 milhões de portugueses que também votam e, por enquanto, não migraram para sul.

    3 – confunde o Porto com o Norte. A solução que apresenta, baseada no valor arquitectónico da Invicta, não tem qualquer aplicação, no restante território nortenho.

    4 – concordo com a observação que faz, sobre a recolha de assinaturas, promovida pelo partido, nas proximidades do estádio do Dragão.

    José Salzedas

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  8. Meu caro, José Salzedas,

    Tem razão absoluta num ponto: o meu comentário anterior confunde o Norte com o Porto.
    Quanto ao resto, mantenho as minhas fortes reservas e dúvidas. Reconheço o perigo para a coesão nacional do centralismo lisboeta e não defendo o conformismo. Mas não creio que um ou dois deputados (o máximo a que o Partido do Norte pode aspirar, numa perspectiva já irrealisticamente optimista) a mandar umas bocas em Lisboa (numa actuação que não vejo possa ser muito distinta da do jovem Menezes) ajudem o Norte no que quer que seja.
    Leio aqui ao lado uma série de propostas que o Partido do Norte afirma integrarem o seu projecto. Pergunto: e depois?
    O partido vai a eleições com essas propostas. Elege um deputado que fala na Assembleia da República. O centralismo lisboeta ri-se e segue em frente. O deputado regressa orgulhoso com o sentimento de dever cumprido e o Norte continua a choramingar contra o esbulho sulista.
    Repito: o problema é estrutural do regime e não muda com mais um partido ou menos um partido. Pode mudar com um golpe de Estado. Nunca, por dentro.
    A choraminguice é um modo de fraqueza, não um modo de poder. E, com o muito devido respeito, o que mais se vê hoje no Norte é gente a choramingar contra Lisboa, dando a Lisboa o espectáculo da sua impotência.
    A propósito: o que é o Norte? Onde começa, admitindo que acaba no rio Minho?
    Um grande amigo meu sugere que comece no armazém de batatas de Manuel de Oliveira Castanhas, na A1, ali na zona da Mealhada.

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  9. Este Funes é um indivíduo engraçado. Vem para aqui com questões de geografia mas deixe de fora a verdadeira questão: o esbulho, como diz o José.
    O Norte, o Centro e o Sul do País são constantemente roubados pelo poder colonialista lisboeta. Essa é que é a questão fundamental. No Norte, Porto, Guimarães, Braga, Bragança, Viana do Castelo (e até em Bruxelas) existem pessoas que se incomodam. Seria bom que nas demais regiões aparecessem outros interessados no desenvolvimento das suas áreas e que não contribuissem para o estado centralista, chupista, despesista e Colonialista que se transformou o governo de lisboa. Portugal agradecia.... Agora, cá entre nós, não há paciência para aturar estes mentecaptos apoiantes do centralismo...

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  10. Caro "Funes, el memorioso"

    poderia falar-lhe da Galécia e do Sinédrio para definição do Norte de Portugal, mas se o senhor se compraz com a do seu amigo, que o refere como começando no "armazém de batatas de Manuel de Oliveira Castanhas, na A1", ali próximo da sua terra, estamos conversados.

    Cumprimentos

    José Salzedas

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  11. KOSTA DE ALHABAITE,

    Apesar do que possa pensar, eu sou um homem do Norte. Por isso, não me incomoda nada que me chame mentecapto, nem deixo de expor as minhas ideias ou de estar disponível para discutir consigo por causa disso.
    Não sei onde é que leu que eu sou um apoiante do centralismo, mas enfim, cada um lê aquilo que quer. Mas deixe-me tentar esclarecer o sentido das minhas palavras: aceitemos como facto evidente o esbulho, o que é que se faz contra ele?
    Pega-se em armas e faz-se uma guerra?
    É uma via. Podemos discuti-la.
    Faz-se um partido que jogue as regras do sistema constitucional vigente?
    É o que - aparentemente com o seu apoio - propõe o Partido do Norte.
    Lisboa agradece - digo eu. Melhor, repito eu, porque foi isto que eu disse nos meus comentários anteriores.


    José Salzedas,
    Eu não duvido que haja uma entidade cultural que podemos designar por Norte, distinta de uma entidade cultural Sul. A primeira, sobretudo, atlântica; a segunda, essencialmente mediterrânica.
    Mas isto é cultura e é mística. Quando passamos para o problema político concreto, temos que ter definições claras.
    A sua Galécia incluía a Galiza e as Astúrias, por exemplo. Não me repugna nada admitir que esta região pudesse ser um país independente. Mas, creio, que não é disto que se trata neste momento em que falamos do Partido do Norte. Do que falamos é que, invocando a Galécia, o Norte exclui, por exemplo, Viseu, na Lusitânia.
    Permito-me recordar que foi por causa destas indefinições fronteiriças que - sendo provavelmente a maior parte dos portugueses a favor da regionalização - os centralistas ganharam há uns anos o referendo sobre a mesma. Ganharam até no Porto.

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  12. O Sr.Funes devia preocupar-se com o negócio escandaloso,da EPUL,câmara de Lisboa e o clube do regime.
    Os cidadãos que vão ao estádio de Dragão,são cidadãos de segunda? Não têm o direito de pensar pela sua cabeça e aderir ao movimento que acharem defender os seus interesses?Os variados comentários do Sr.Funes na blogosfera,mostram aquilo que é:lobo com pele de cordeiro. é desta massa que se faz um centralista encapotado.

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  13. Bem, o estado a que chegou a discussão impõe que eu não me esconda atrás de um pesudónimo (embora quem seguisse a hiperligação pudesse facilmente chegar à minha pessoa). O meu nome verdadeiro é António Cardoso da Conceição. Nasci em Moçambique, onde vivi até aos dois anos; vivi em Águeda dos dois aos sete; em Gaia, dos sete aos trinta e sete e vivo na zona do Marquês desde que me casei, em 1997. Se isso interessa a alguém, sou adepto do Sporting Clube de Portugal, facto que deve fazer de mim um lobo terrível que veio ao norte disfarçado de cordeiro, tentar tramar o presidente Pinto da Costa e a sua obra.
    Em momento algum, Luís, eu insinuei, sugeri ou subliminarmente, sequer, tentei incutir em quer que fosse a ideia de que os frequentadores do estádio do Dragão (ou de qualquer outro estádio) não têm o direito de pensar o que quer que seja e de assinar o que lhes apetecer. Se alguma crítica fiz a alguém, foi aos promotores do "Partido do Norte - Movimento" (alguns deles, meus amigos e pessoas que eu admiro e respeito) por começarem logo, mesmo antes de terem nascido, a misturar política com futebol, uma mistura que, a todo o custo, deve ser evitada, por razões que, apesar de evidentes, poderei expor noutra ocasião.
    Claro está que - tirando José Salzedas, que respondeu com contra-argumentos sérios que me obrigaram a rever parcialmente o meu primeiro comentário - ainda nenhum dos comentadores anteriores leu o que eu escrevi e, portanto, prefere chamar-me mentecapto, lobo com pele de cordeiro, centralista encapotado (como se ser centralista fosse um crime infamante que obrigasse quem o pratica a andar encapotado ou a esconder-se), coisas que, evidentemente, não significam absolutamente nada e que adiantam zero à causa do Norte.

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  14. O Sr. Conceição diz esta coisa espantosa: "... e de distribuição de dinheiros comunitários, os quais ... têm até sido desviados das regiões onde deviam ser aplicados para Lisboa.
    Simplesmente, isto não acontece por uma especial maldade dos governantes ou dos lisboetas. É uma perversão do sistema democrático. O dinheiro é gasto em Lisboa, porque é em Lisboa que estão os votos."
    Portanto comunga da ideia que para lá do postigo lisboeta apenas se vê o deserto, tudo camelos, portanto, quando afinal esta Região tem muitos milhões de almas, mas pelos visto para aquele Sr. os seus votos não contam.
    Depois acreidta nos glutões, ou seja, na pureza das intenções do centralismo lisboeta: santa inocência.
    Depois, não nos devemos lamentar, devemos antes continuar a trabalhar e a pagar os impostos para lisboa engordar ainda mais. Ou seja, roubam-lhe a carteira com o salário do mês, mas como bom samaritano ecolhe os ombros e vai dizer ao padeiro, ao merceeiro e ao leiteiro que paga para o mês seguinte...
    Irra, afinal precisa que lhe façam um desenho?
    Que adianta ao Norte ter universidades, marcas de prestígio, empresas exportadoras, empreendedores, se depois, fundos (e não só) que poderiam a ajudar ao desenvolvimento sustentado da região é desviado para lisboa? Inocentes eles? Francamente, não há pachorra.

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  15. Sr.Conceição,

    Ser centralista não é crime,estamos num estado de direito,pode continuar.
    Ser regionalista é um direito que nos assiste,só assim se consagra a democracia,quer gostem ou não.

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  16. Tem toda a razão, caro Funes, o memorioso. Acredite que o nível do blog está muito abaixo das pessoas que formam o partido. Eu próprio já fui aconselhado pelo administrador do blog a não aparecer aqui e, no entanto, sou um entusiasta da ideia do Partido do Norte.

    Aceite os meus cumprimentos solidários.

    José Salzedas

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  17. Senhor Funes:
    Como insinua outro leitor que comentou, por que é que um assumido portista, não pode ser assumido defensor do Norte? Os portistas “são cidadãos de segunda?” Ou são (muitos deles), como outros nortenhos, defensores da sua Terra, dos direitos que lhe são sonegados pelo centralismo (que vem dum regime totalitário e se afirma cada vez mais num Estado que já não é de todos e se intitula “de Direito”)? Uso com muita honra o meu “nick name”; o Senhor acha que se usasse outro deixaria de ser o que sou? Sr. Funes, não tente deitar areia para os nossos olhos. Eu nunca fiz a apologia da promiscuidade entre política e futebol. Mas não vou deixar de ser portista para ser INTRANSIGENTE DEFENSOR DO NORTE, nem o inverso. Ou o senhor abandona a sua cor clubista para se filiar num partido? Então, já agora, mude de nome porque com este não se safa…

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  18. Ou o senhor abandona a sua cor clubista para se filiar num partido?

    Caro Dragão Azul,

    A pergunta que formula e que acima transcrevo encerra tudo aquilo que nos separa.
    Não, eu não abandono a minha cor clubística para me filiar num partido. Mas, se estivesse inscrito num partido (esclareço que não estou, desde logo, porque não sou democrata), também não o abandonava nem deixava de votar nele se, por exemplo, o Presidente da Câmara desse partido se recusasse a receber nos Paços do Concelho os jogadores do meu clube que tinham acabado de ser campeões nacionais de futebol.
    Entendamo-nos: eu não tenho rigorosamente nada contra o facto de o senhor ser adepto (e, porventura, sócio) do Futebol Clube do Porto (FCP). Também não tenho qualquer dúvida ou hesitação em reconhecer que, nos últimos 25 ou 30 anos o FCP tem vindo a ser, de longe, o melhor clube de futebol português, quer internamente, quer externamente.
    Não é aqui onde separamos. Nem nos separamos propriamente no facto de ter escolhido um nickname (de resto, um simples nick que tive oportunidade de verificar não visa deixá-lo escondido sob a capa do anonimato).
    Onde nos separamos é no facto de V. Ex.ª, quando teve que escolher um nick e o quis ligar ao orgulho (para mim, incompreensível, mas isso não vem ao caso) de o acaso o ter feito nascer no Norte, não escolheu, por exemplo, "Galécia", ou "Orgulho Celta", ou "Mosteiro de Tibães", ou "Torre dos Clérigos", ou "Vímara Peres", ou "Lidador da Maia", ou outro qualquer. Escolheu um nick que o liga, não ao Norte, mas ao FCP.
    Para mim - e creio que de um modo objectivo - isso revela que V. Ex.ª não vê o FCP como uma instituição do Norte de que os nortenhos têm boas para razões para se orgulhar, mas, pelo contrário, vê o Norte como uma simples extensão do FCP, a ponto de, na prática, identificar o Norte com o FCP.
    É isso que me parece muito mau. Porque essa é uma das razões (e não das menores), porque ao mesmo tempo que o FCP se afirma como o grande clube português das últimas décadas, o Norte entrou numa decadência cultural e económica de que julgo não haver memória na História dos últimos séculos.
    Quer dizer, como a Norte muitíssima gente pensa como o Senhor Dragão Azul Forte, quase todas as energias são canalizadas para o engrandecimento do FCP, com prejuízo do Norte.
    É que aqui há uma diferença fundamental para o exemplo do FC Barcelona que os adeptos portistas gostam de citar. O Barcelona é o clube em torno do qual se juntam os regionalistas para defender a Catalunha. Em Portugal, o Norte é a zona do país em torno da qual se unem os regionalistas, para defender o Futebol Clube do Porto.
    De resto, é esta também a lógica dos verdadeiros sulistas centralistas. Na posse de um qualquer poder, prejudicam o Norte, não porque queiram prejudicar o Norte, mas porque igualmente o identificam com o FCP cujas vitórias não suportam.
    Evidentemente, não comento as suas referências ao meu nome. Como lembrava Vasco Pulido Valente, as referências ao nome do contendor são a marca de água do cretinismo polémico.

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  19. Sr. Funes:
    O Senhor parece, desculpe que lhe diga, não ser “memorioso”. É que a minha reacção vem do seu comentário ao meu “nick name”. O Senhor condicionou todo o seu parecer a uma alcunha que criei para participar e colaborar num blogue de âmbito desportivo. Só isso. Uso-o agora noutros sítios de variadíssimos géneros e conteúdos. Mas o Senhor logo caiu em cima como se fosse um sacrilégio.

    Quanto ao meu comentário ao seu “nick name”, desculpe se o ofendi, não era essa a intenção. Mas fi-lo como réplica ao seu comentário. Pelos vistos o Senhor acusou o toque mas não se lembrou que tinha feito o mesmo. Tenho razão em considerar que o “memorioso” está a mais…

    No que respeita às suas conjecturas no último comentário, não concordo com elas, de todo.
    Cumprimentos.
    Fernando Moreira

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