Há um importante detalhe que o Órgão Executivo do Movimento Pró-Partido do Norte não pode dar-se ao "luxo" de negligenciar desde já, que consiste em refrear os ímpetos perfeccionistas que eventualmente venham a verificar-se no seio dos seus militantes ou colaboradores. Este Movimento - que espero fervorosamente venha a constituir-se a breve prazo em Partido político -, devia ter nascido há uma dezena de anos atrás, como tal, não deve perder mais tempo com questões de pormenor. O momento é de agir, não de discutir. A acção terá necessariamente de ocorrer de forma firme, organizada e coerente com o Manifesto do Movimento, mas com a máxima celeridade.
No interior da estrutura dirigente existem figuras políticas cujo perfil e experiência deveriam ser devidamente aproveitados para orientar os militantes mais jovens a quem seria passado o "testemunho"do know how para o futuro. As lideranças deverão ser naturalmente entregues à pessoas que estiveram na génese da criação do Movimento e sem quaisquer complexos, que por sua vez deverão eleger os elementos mais válidos e pragmáticos para os assessorar. Os preciosismos nestes momentos só servem para emperrar a "máquina", para empatar. Quem considerar ter algo a acrescentar de positivo ao Movimento que preserve a matéria para momento oportuno. Agora, é hora de toque a reunir.
Recordo que foi por extravagâncias deste tipo que a Regionalização fracassou. Os "perfeccionistas" e resignados foram os melhores aliados do Centralismo. Diziam que o país era demasiado pequeno para ter regiões, e que a descentralização bastaria para tudo mudar. O resultado é o que se vê. Seria de grande utilidade para o Norte que agora reconhecessem [sem rancores] que estavam errados e deixassem o Movimento fluir naturalmente o seu curso.
O momento não é para discursos demasiado ambíguos e divisionistas. E muito menos para protagonismos inócuos. Há que ser prático e regionalista. Ser regionalista em momentos de profunda depressão como esta, é ser profundamente patriota. Não tenho a menor dúvida.
Recordo que foi por extravagâncias deste tipo que a Regionalização fracassou. Os "perfeccionistas" e resignados foram os melhores aliados do Centralismo. Diziam que o país era demasiado pequeno para ter regiões, e que a descentralização bastaria para tudo mudar. O resultado é o que se vê. Seria de grande utilidade para o Norte que agora reconhecessem [sem rancores] que estavam errados e deixassem o Movimento fluir naturalmente o seu curso.
O momento não é para discursos demasiado ambíguos e divisionistas. E muito menos para protagonismos inócuos. Há que ser prático e regionalista. Ser regionalista em momentos de profunda depressão como esta, é ser profundamente patriota. Não tenho a menor dúvida.